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domingo, 27 de janeiro de 2008

Chegada dos Portugueses

Dia 19, uns amigos portugueses chegaram aqui no Rio. Acho que essa vinda foi mais comentado no meu meio do que a chegada de 200 anos atrás. No dia seguinte, os levamos para Cobal Humaitá. Mas isso foi depois deles assistirem o mengão ganhar no Maracanã. Sentamos pra beber no Rota 66, de especialidade mexicana e texana. Olha, vou te contar uma coisa: se você quer beber uma das melhores margaritas do Rio de Janeiro, vá nesse lugar. Tomaria umas 10 daquela, fácil. Mas depois de conhecerem vários lugares bem caros, quando eles ficaram nas minhas mãos, só nas minhas mãos, os levei pra Lapa, é claro! Enquanto eu os esperava (aliás, eles já estavam no ritmo atrasado de carioca), quem eu avisto? O Osama Bin Laden! Sim meu povo! E ainda conversando com os bêbados locais. Ele está aqui na cidade, provavelmente no cafofo do Osama

Assim que eles chegaram fomos jogar sinuca. Lá esbarramos com uma amiga minha e mais garotas. Ficamos todos jogando e batendo papo. Depois de muitas fichas e cervejas (mais cervejas do que fichas) fomos procurar um lugar pra dançar com os "tugas" super animados. Achamos um buraco ao lado da Febarj (Federação dos Blocos Afro do Rio de Janeiro) onde mulher era de graça e homem pagava 3 reais pra entrar (meda!). Arriscamos. Caipirinha 3 reais muuuuito boa. Dançamos muito, bebemos muito, os tugas beijaram muito na boca, e falaram que se divertiram mais do que nas boates da zona sul e Barra em que pagaram 60 reais pra entrar. Agora eles já voltaram pra terrinha mas vou sentir falta deles,do sotaque e das boas risadas.

ps1. Mais uma vez venho provar que nem sempre o caro é o melhor.

ps2. tenho que admitir que foi uma noite muito louca e que tive que omitir alguns detalhes da historia.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Só Rezando

Dia desse fui com dois amigos no Reza Forte no Méier. Nunca tinha ido. Gostei do ambiente lugar bonitinho a equipe simpática, mas só isso não basta para fazer de um bar um lugar legal. Bom o melhor desse dia foi encontra esses amigos, jogar bastante conversa fora e falar bastante bobagem pra matar a saudade. Pedimos um petisco e veio errado. Tudo bem. Mandamos voltar. Quando chegou o molho madeira do petisco estava gelado. Não, não é que não estava quente ele realmente estava gelado. Tinham acabado de tirar da geladeira. Ta ok. Sabemos que quase tudo em bares e restaurantes esta semipronto. Mas poderiam ter se dado ao trabalho de dar uma esquentadinha no microondas. E olha que só pedimos o petisco por causa do molho madeira. Mas fazer o que? Comemos sem o molho madeira porque nessa hora já estávamos cheios de fome.

Quem disse que meu arrependimento já havia acabo?

Resolvi pedir uma margarita frozen. Antes perguntei quais eram os ingredientes. O garçom me falou: Tequila, curaçau, suco de limão. Fiquei um pouco assim. Prefiro muito mais com cointreau. Mas ao menos não era curaçau blue. Quando o pedido chegou pra minha desagradável surpresa tinha sido feita com curaçau blue e ainda por cima veio uns pedacinhos de gelo dentro do copo pra dizer que era frozen. Que revolta me deu. Ou o barman não tinha a mínima idéia do que era aquela bebida ou estava sem paciência pra fazer o certo e mandou o drink pensando “nem vai saber o que ta bebendo mesmo”. Mandei voltar falei que não beberia (nem pagaria) aquele drink. Isso porque era um dia de semana e o bar estava vazio. Só tinha o meu grupinho de três pessoas e uma outra mesa com quatro pessoas. Não tinha porque falhar tanto no serviço. Bom no final ficamos jogando sinuca e tomei um ice tea já que estava me recuperando de um pequeno exagero de vinho barato do dia anterior.

Tequila – tão tradicional no México quanto a cachaça aqui, a tequila é uma aguardente produzida da seiva do mezcal, uma planta babosa do gênero agave. O nome origina-se de uma cidade de igual denominação que fica nas montanhas da Sierra Madre, no estado de Jalisco.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Amigos e Margarita

Tava aqui lembrando das vezes em que fui no Devassa do Centro com meus amigos. O melhor chopp do Rio na minha opinião. Espuma cremosa. Variedade. Mas o atendimento... é um dos piores. Você espera muito tempo por aquele chopp maravilhoso, como se fosse um preço que se tem a pagar por beber algo tão bom.


Mas numa dessas vezes pedi uma margarita. Ai deus... se arrependimento matasse estaria agora a 7 palmos. Depois desse dia meus amigos juraram que não sairiam mais pra beber comigo (é claro que no dia seguinte lá estávamos nós bebendo juntos novamente).


Bom, vamos aos fatos. Pedi a margarita que demorou mil anos. Quando ela finalmente veio apareceu sem crustar. Ok!!! algumas pessoas devem estar se perguntando o mesmo que meus amigos perguntaram na hora "cruz de quem?". Crustar é aquele salzinho que vem na borda do copo. Isso qualquer barman amador sabe, mas o do Devassa não sabia. Pedi para o drink voltar já que ele veio sem alma. De longe vi os gestos do barman que não parecia muito feliz. Quando voltou e finalmente pude provar, o arrependimento de não ter pedido chopp veio no ato. Foi a pior margarita que eu já tomei na minha vida!


Se a tristeza tem sabor, com certeza o sabor era aquele.


Na mesma hora exclamei que estava horrível. O chefe de bar ou gerente, não sei, passou ao lado da mesa no exato momento e perguntou se havia algum problema. Falei que sim e ele perguntou se poderia ele mesmo preparar o drink. Aceitei. Na mesma hora meus amigos fecharam o cardápio e falaram que não iriam mais pedir nada pra comer, já que meu copo estava voltando pela terceira vez e eles não queriam comida "adulterada".rs. Quando finalmente chegou a margarita preparada pelo chefe, ainda continuava ruim, mas menos pior.


Lição que tomamos:
1- peça apenas chopp no Devassa Centro e vá pra lá com muuuita paciência.


2- Não assuste seus amigos, beba e relaxe ou como disse a ministra relaxe e goze.


Receita de Margarita:


1 dose de tequila


½ dose de cointreau


½ dose de limão


prepare na coqueteleira com gelo. coar e servir numa taça de coquetel. Crustar (CRUSTAR!!!) a borda com limão e sal.

Margarita preparada por Jerê